Marcadores

domingo, 14 de setembro de 2014

Proposta de redação sobre a saúde pública do Brasil


(fonte da imagem: http://humortadela.bol.uol.com.br/charges/49900)
Olá a todos!

Nesta postagem proponho uma discussão sobre os serviços de saúde pública em nosso país. Esse tema, infelizmente, tende a ser atual nas próximas décadas. Vamos ao trabalho?

Com base na leitura dos textos motivadores seguintes e nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema A saúde pública do Brasil: uma evidência de que somos um país subdesenvolvido, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

As quatro primeiras redações postadas nos comentários serão corrigidas gratuitamente.

“Aguardei mais de 15 horas em um corredor para ser internada”


Maria das Neves Costa, de 70 anos, se move em passos lentos até o sofá de sua casa no bairro de Guaianases, extremo leste da capital paulista. Diabética e com pouca visão, ela carrega desde criança uma ampla barriga d’água, sintoma da esquistossomose, uma doença causada por um parasita que aparece especialmente em áreas pobres.

Já sentada, ela começa a elencar sem dificuldade a série de problemas que enfrentou com a saúde pública brasileira. Só nos últimos anos, ela esperou 15 horas por uma internação acomodada em uma cadeira de rodas no corredor de um hospital; foi amarrada em uma maca num setor de internação superlotado e com poucos profissionais para evitar que não caísse da cama; esperou cinco anos para conseguir uma consulta com um nefrologista, mesmo após uma médica suspeitar de uma insuficiência renal crônica; e passou noites acordada em filas dentro de unidades de saúde para conseguir agendar consultas pela manhã.

“A coisa mais triste que existe é chegar em um pronto-socorro, com a sua mãe que está muito mal, e ficar horas e horas esperando. Você se sente impotente”, desabafa a filha Iolanda, de 34 anos, um dia depois de ter passado na emergência de um hospital público com a mãe. Ela, também diabética, já têm sua coleção própria de histórias tristes para contar: aguarda desde janeiro uma consulta com uma nutricionista, marcada pelo posto para o próximo mês de outubro, consequência da enorme quantidade de pedidos médicos que esperam na fila - 653.000, segundo dados da prefeitura.

A mesma demora para conseguir um médico pode ter contribuído para a morte do pai dela no ano passado. Em 2005, em um exame de rotina pedido pelo clínico geral do posto de saúde, ele descobriu alterações nos níveis de uma substância produzida pela próstata, o que poderia indicar a existência de um câncer. Ele tentou marcar uma consulta com o urologista, entrou na fila de espera do posto, mas só foi chamado quatro anos depois. Quando refez o exame, os níveis da substância tinham quadruplicado. Ele já tinha um tumor na próstata e metástase nos ossos. O tratamento não fez efeito e ele morreu três anos depois.

A família de dona Maria é usuária do SUS, o maior sistema de saúde pública do mundo, disponível para todos os mais de 200 milhões de brasileiros. Criado pela Constituição de 1988, ele sofre as mazelas da falta de financiamento, na opinião de estudiosos da área. Atualmente, o país gasta pouco mais de 7% de suas Receitas Correntes Brutas com o sistema, um total de 93 bilhões de reais em 2013. Para o Movimento Saúde Mais Dez, que reúne mais de cem entidades do setor, seria necessário elevar esse valor para 10%, um acréscimo de 40 bilhões de reais. “O SUS é um sistema de saúde universal, que faz o maior número de transplantes do mundo, por um custo de 2,60 reais por habitante. Que plano de saúde privado oferece uma cobertura como essa por menos de 70 reais ao mês? O que se faz com os recursos é um milagre”, afirma Ronald dos Santos, coordenador nacional do movimento.

Dona Maria concorda que, apesar dos problemas, o sistema tem muitas vantagens. Ela, por exemplo, não paga por nenhum dos sete medicamentos que toma diariamente. Tudo é entregue gratuitamente no posto de saúde. “Já foi pior. Antes, a periferia não tinha nada”, lembra ela, ao contar que tinha que levar os filhos pequenos até um bairro vizinho, distante 12 quilômetros, para conseguir atendimento médico.

No entanto, apesar dos avanços, para a maioria dos cidadãos a área ainda é considerada a pior do país, liderança que mantém desde 2008 em inúmeras pesquisas de opinião. A percepção também é contaminada pela má qualidade da saúde privada. Duas pesquisas recentes do Instituto Datafolha apontam que a avaliação da área é pior entre os usuários de plano de saúde. Aqueles que pagam por atendimento particular, a um custo médio de 200 reais por mês, também não estão isentos de sofrer longas esperas por atendimento. As operadoras de saúde têm atualmente 50,9 milhões de beneficiários, um crescimento de 16% nos últimos quatro anos que não foi acompanhado pela ampliação da rede.

A família de dona Maria também foi vítima do descaso na saúde privada. Um de seus sete filhos, que possuía um convênio médico da empresa em que trabalhava, caiu quando jogava bola com amigos do bairro. Com o fêmur fraturado, foi levado a um hospital do plano de saúde. Morreu no começo de 2013, depois de esperar quatro dias por uma vaga para realizar uma cirurgia emergencial.

O que os candidatos prometem?

PT

O programa da candidata Dilma Rousseff para área de saúde não traz propostas concretas e se concentra no que já foi feito pelos três governos petistas anteriores. Afirma apenas que haverá a expansão do Programa Mais Médicos, a ampliação das Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs), a expansão das redes de atendimento especializado, o fortalecimento do SAMU e ampliação do acesso da população a medicamentos

PSB

Marina Silva apoia em seu programa a proposta do Movimento Saúde Mais Dez, de elevar os gastos da União para os 10% da Receita Corrente Bruta ao longo de quatro anos. Essa elevação está prevista em um projeto de Lei de iniciativa popular que tramita no Congresso. Ela promete ainda na construção de 100 hospitais regionais, 50 maternidades e na universalização do Programa de Saúde da Família, entre outros pontos.

PSDB

O tucano Aécio Neves também apoia o aumento dos gastos para 10%. Diz que pretende revisar a tabela do SUS, que segundo as entidades de saúde está defasada. Ele pretende criar 500 clínicas de especialidades, além de um programa de consultórios populares, que prevê estimular médicos especialistas a abrirem consultórios em áreas carentes para atender o SUS. Fala ainda em melhorias no Mais Médicos.

PSOL

O programa de Luciana Genro também engloba a proposta de aumentar para 10% os gastos com a saúde. Fala em aumentar a proporção dos gastos públicos em relação ao privado para que três quartos dos gastos nacionais em saúde sejam destinados ao SUS ao fim de quatro anos. Prevê a regulação dos planos de saúde com política de controle de tarifas. E ampliar as equipes de Saúde da Família para cobrir 80% da população em 4 anos.

PV
Eduardo Jorge prevê, caso eleito, apoiar o projeto de lei que destina 10% da Receita Corrente da União para a saúde. Também pretende criar uma carreira nacional para profissionais que atuam na atenção básica. Além de priorizar a formação de médicos especialistas em saúde da família, além de outra série de propostas previstas em seu longo programa.

(fonte: http://brasil.elpais.com/brasil/2014/09/13/politica/1410579506_837093.html#promesas)

24 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  2. Poucos profissionais, falta de aparelhos, superlotamento e demora no atendimento são apenas algumas das grandes deficiências encontradas pelos brasileiros na maioria dos hospitais de todo o país. Nesse cenário, o governo mostra-se despreocupado com a qualidade de vida dos cidadãos. Estes mostram-se insatisfeitos com a situação atual do país, o que levou-os às ruas para exigirem por mudanças nas políticas públicas de saúde.
    O caos da saúde no Brasil é consequente da falta de investimentos no setor, uma vez que o país investe menos de 10% do seu PIB na saúde. Isso faz com que os hospitais encontrem-se despreparados para atender a população, com carência de equipamentos e profissionais. Assim, pacientes ficam bastante tempo em filas de espera para poderem ser atendidos e quando conseguem, são examinados às pressas, para que o médico possa atender mais pessoas.
    Diante desses, e de outros, cenários preocupante que o Brasil se encontra, muitos brasileiros foram às ruas, por meio de manifestações populares, mostrarem suas insatisfações, onde exerceram os seus direitos de democracia e exigiram mudanças nos mais diversos setores, tendo destaque as péssimas condições hospitalares. No entanto, a situação dos hospitais em pouco mudou e a saúde pública continua precária, principalmente nos grandes centros urbanos e nas regiões periféricas, em que se encontram um aglomerado de pessoas, que dificulta ainda mais na rapidez dos atendimentos.
    Portanto, para amenizar a precariedade dessa situação, é imprescindível a intervenção governamental e popular, por meio de reformas políticas. É necessário que o governo invista mais nos gastos com a saúde sem prejudicar os demais setores, como de costume nos países subdesenvolvidos; e que aumentem a qualidade dos leitos hospitalares, bem como a rapidez nos atendimentos de urgência.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Pontos positivos:

      - Boa organização das suas ideias;
      - Argumentação consistente;
      - Apresentação de uma boa proposta de intervenção.

      Pontos a melhorar:

      - Para retomar uma ideia apresentada em um período anterior, utiliza "esse" em vez de "este";
      - Estude os usos da vírgula, pois, na primeira linha do terceiro parágrafo, você empregou a vírgula de modo equivocado;
      - Revise seu texto para evitar erros de concordância, como "cenários preocupante".

      Nota final: 840

      Excluir
    2. Obrigado Fernando, vou ter atenção nesses pontos. Supercurti seu trabalho, vou acompanhar suas postagens e redigir sempre que possível!

      Excluir
  3. Por ora, no Brasil, um dos principais problemas enfrentados pela população, é a precariedade do sistema de saúde pública brasileiro. A garantia de saúde plena, contida na constituição, pode ser considerada utópica quando comparada a realidade. A grande corrupção política, a baixa demanda de médicos, bem como a precária estrutura dos hospitais, são as principais causas do estado febril no qual o país se encontra.
    Atualmente, o Brasil é um dos países com maior índice de corrupção do mundo. Tal consideração pode ser explicada pela má fé dos governantes. Esses, sem muito preparo, e também muito gananciosos, além de colocarem as necessidades da população em segundo plano, são responsáveis pelos maiores desfalques financeiros da atualidade, como o mensalão. Sendo assim, tal situação influencia e prejudica consideravelmente o sistema de saúde nacional, uma vez que os desvios são constantes e, por isso, investimentos em setores importantes ficam comprometidos.
    Devido à este fato, os salários nada atrativos atribuídos aos médicos, faz com que a demanda desse profissional diminua cada vez mais nos hospitais brasileiros. Como se sentem desmotivados, os médicos preferem atuar no setor particular, prejudicando ainda mais os cidadãos carentes do país. Além disso, a estrutura dos hospitais deixa a desejar. A falta de equipamentos médicos e instalações adequadas se fazem constante. É comum, por exemplo, o atendimento de pacientes em corredores de hospitais ao invés de em um leito adequado. Esse tipo de cena é uma das mais recorrentes nos noticiários do país.
    Dado o exposto, é notório o quão prejudicado está um dos setores mais básicos para o bem estar de um cidadão. Para amenizar o problema, é necessário que as políticas públicas sejam reformuladas, a fim de garantir que os governantes invistam nos setores fundamentais aos cidadãos. Além disso, a população precisa ser mais atenta em quem escolher para representar seus interesses no Estado, sendo esta a maneira mais eficaz para diminuir o problema.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Pontos positivos:

      - Utilização de mecanismos de coesão para ligar as suas ideias no seu texto;
      - A defesa clara de um ponto de vista.

      Pontos a melhorar:

      - Estude os usos da vírgula. Nunca se deve separar o sujeito do verbo por vírgula. Assim, a vírgula antes de "é", na primeira linha, está incorreta;
      - Estude os usos do acento indicativo de crase. Nunca se deve empregá-la antes do pronome demonstrativo este, como você fez no início do seu terceiro parágrafo;
      - Vá ao dicionário e pesquise o significado da palavra "demanda", que foi empregada incorretamente no seu texto;
      - Fique atenta à concordância nominal;
      - Você precisa especificar mais a sua proposta de intervenção. Você precisa especificar quais políticas públicas devem ser reformuladas e em que setores da saúde. Sugiro que você pesquise mais sobre o tema e reescreva a proposta de intervenção.

      Nota final:600

      Continue praticando!

      Excluir
  4. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  5. Atualmente o Brasil possui o maior sistema de saúde pública do mundo, que atende toda sua grande população, porém o investimento no setor ainda é pequeno, e a situação e o atendimento dos usuários do SUS tornam-se cada vez pior.

    De acordo com a Constituição Federal Brasileira: “a saúde é direito de todos e dever do estado mediante as políticas sociais e econômicas", mas na prática não é assim que funciona mesmo o acesso à saúde sendo independente de pagamento e irrestrito, muitas vezes para possuir um atendimento melhor deve-se pagar e o valor ainda é alto, pois os preços dos convênios médicos têm aumentado.

    No setor público cada vez mais são vistas as longas filas de atendimento, falta de médicos, falta de recursos e equipamentos em geral, têm vezes que falta em hospitais até produtos básicos como gazes ou álcool. Em época eleitoral as promessas de melhorias são muitas, dizem que vão aumentar a contribuição dos gastos que hoje é 7% para 10%, mais ainda seria pouco, o Brasil deveria tomar como referência países como Cuba e Canadá, onde a medicina virou prioridade para seus habitantes.

    Levando-se em consideração esses aspectos a saúde pública do nosso país irá melhorar quando as políticas públicas e os recursos forem proporcionais ao tamanho de sua população. Os governantes deveriam se comprometer a investir de forma maciça na medicina, na construção de hospitais e na contratação de mais funcionários. Sendo imprescindível também a formação de mais médicos com a finalidade principal de fornecer serviço público para as comunidades tanto urbanas como rurais.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Pontos positivos:

      - Demonstrou conhecimento sobre o tema;
      - Boa proposta de intervenção.

      Pontos a melhorar:
      - Revise seu texto com atenção para não cometer erros de concordância nominal;
      - Evite escrever parágrafos usando apenas um período, pois isso costuma acarretar erros de pontuação e de ligação entre as suas ideias, como ocorre no seu segundo parágrafo;
      - Fique atenta às diferenças entre "mas" e "mais". Na quarta linha do seu terceiro parágrafo, por exemplo, você deveria ter escrito "mas", já que é uma conjunção adversativa;

      Nota final: 740

      Excluir
    2. Muito obrigada, parabéns pelo trabalho de correção e pelas postagens, seu blog está me ajudando bastante nos meus estudos :)

      Excluir
  6. O país está escasso em saúde pública qualificada,uma vez que possui governo despreparado, médicos em menoria para com a população, postos de saúde que não atendem a necessidade que cada indivíduo. Esses fatores tendem a torna-se uma nação impotente de suas qualidades.


    Uma das causas é a corrupção e o prato dos políliticos é o dinheiro, Já que se tornam incapazes de atender a população. Exemplos de seres aflitos, não são poucos, são milhares de brasileiros, pois a desigualdade se encontra nos meios das cidades.

    Falta de atendimento, falta de médicos, são sobrepostos, de modo que são impostos de maneira constante nos dias atuais. A saúde aumenta-se, mas inferior à população. Fala-se democracia, no entanto encontra-se somente pobreza, fala-se de justiça, porém acha-se somente injustiça.

    Apesar de concorrências no setor médico, há concorrência em atendimentos. Porventura, o governo se impor para erradicar a saúde, aumentar o número de postos de atendimento, contratar médicos mais qualificados e eficazes, mudaria a visão do país e o transformaria em Primeiro Mundo.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Pontos a melhorar:
      - Revise seu texto com atenção para evitar erros como "menoria";
      - Estude os usos do acento indicativo de crase. Na segunda linha do seu texto, por exemplo, você deveria ter escrito "à necessidade";
      - Estude os usos da vírgula, pois você deveria tê-la inserido na primeira linha do seu segundo parágrafo antes da locução conjuntiva "já que";
      - A sua argumentação ficou pouco consistente, pois você enumerou vários problemas sem apresentar uma discussão mais aprofundada sobre eles. É fundamental que você apresente mais argumentos para melhorar o seu desenvolvimento e, consequentemente, a sua nota.

      Nota final: 480

      Excluir
  7. Crescimento populacional e a crise do sus

    O Sistema Único de Saúde (SUS) foi criado em 1998, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. Tal ato fez com que o Brasil fosse condecorado como um dos maiores sistemas públicos de saúde do mundo.
    Hoje, cerca de 70% da população é dependente do SUS, o que equivale a cerca de 150 milhões de brasileiros segundo dados divulgados pelo jornal Estadão. Estes números comprovam o quão benéfico foi a criação deste sistema e sua ainda existência devido a quantidade de usuários frente ao acesso gratuito.
    Claramente, esses números também evidenciam um grave problema: milhões de pessoas para alguns mil atendentes e hospitais. Diferente do que muitos pensam, a culpa não é integralmente do governo. É normal que a população cresça em ritmo muito maior do que a quantidade de hospitais, o que leva ao quadro de falta de leitos, insuficiência de médicos e filas de espera para atendimento. Porém, isso não é motivo para se acomodar, e sim, de o governo ter um plano de gestão eficiente para que saiba direcionar a verba de forma justa para todo o sistema nacional, e se for o caso até aumentar o valor para que o acesso a saúde seja o mais abrangente possível.
    Em contrapartida, a solução citada (plano de gestão eficiente) é também um impasse. Segundo o jornal Estadão, nem 10% dos hospitais públicos possuem um sistema de cominação adequado, o que interfere na obtenção de dados dificultando para que a administração do governo saiba com veracidade onde há mais ou menos deficiência para que possa direcionar seus recursos com equidade. Como alternativa, é plausível a criação de pequenas mensalidades com valores pequenos, por exemplo dez reais por mês. Ou seja, 100 milhões de brasileiros pagando 10 reais por mês equivale a um bilhão de reais mensal sem gastar recorrer aos cofres públicos.
    Assim, diante das opiniões e fatos apresentados vê-se que saúde pública é uma tema extenso com inúmeras vertentes mas que em em conjunto - governo e população – pode melhorar dando mais qualidade a milhões de brasileiros e honra ao mérito ao Brasil.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Sua redação excedeu o limite, mas vou fazer a correção.

      Você escreve bem, porém é preciso que sua proposta de intervenção esteja clara e específica em seu texto, o que não aconteceu. Esse deslize pode custar até 200 pontos. Tenha mais atenção!

      Nota final: 840

      Excluir
  8. A saúde no Brasil é um problema de ordem pública social e privada, sobra planos, projetos e soluções, porém, faltam ações efetivas que consigam abranger todas as classes da sociedade.
    O projeto do sistema a único de saúde nasceu com a intenção de tornar a saúde pública no brasil mais acessível a população, no entanto, na prática isso não acontece, a realidade dos hospitais e postos de saúde em geral não condiz com a proposta do programa, o que se observa é uma enorme quantidade de pessoas em busca de atendimento, que muitas vezes é realizado em condições inapropriada nos corredores dos hospitais ,outras vezes esse atendimento nem acontece. Falta-se medicamentos, profissionais e espaço adequado.
    A elitização do curso de medicina é em grande parte o responsável pela falta de médicos competentes, o alto custo e o nível dos vestibulares que não condiz com a realidade do ensino da escola pública impossibilita e limita o curso a população.
    Outra questão predominante no caos da saúde pública é a questão dos planos de saúde, cada vez mais burocratizados e que na maioria das vezes não cobre as reais necessidades do consumidor, muitos deles oferecidos por empresas que na teoria visam zelar pelo bem estar de seus funcionários, mas, se recusam a cobrir os custos quando se necessita do seus serviços, culminando em um longo processo judicial.
    É válido considerar que os programas de inclusão social e estimulo a educação tem possibilitado cada vez mais a incerção da classe media baixa no ensino superior , em todas as áreas , e que houve uma ampliação no número de vagas nos cursos de medicina.
    Contudo ainda é necessário mudanças, melhorar as condições de trabalho dos médicos, equipar os hospitais, e aumentar o a quantidade de medicamentos oferecidos a população, estender o acesso as universidade bem como criar leis mais efetivas que obriguem os planos de saúde a melhorar a qualidade dos serviços prestados, são soluções viáveis que contribuiriam para sociedade como um todo, e tornaria e o pais um pouco menos subdesenvolvido

    ResponderExcluir
  9. Seu texto excedeu a cota, mas farei uma breve correção.

    Você tem argumentos muito bons!
    Para você melhorar ainda mais, é fundamental que você estude as regras do sinal indicativo de crase e as regras de uso da vírgula, pois isso fará uma diferença de 40 pontos na sua redação.

    Nota final: 900

    ResponderExcluir
  10. Saúde Pública- 48º prioridade do Brasil

    O que dizer em relação ao lugar em que o Brasil ocupa no ranking de saúde pública no mundo? Com ajuda da editora Abril, os brasileiros puderam ver, tratando de maneira mundial, a triste realidade que o país enfrenta. Dos 48 países que foram analisados, a saúde brasileira conquista a ilustre colocação do último lugar. Com superlotação dos hospitais, falta de profissionais, precária infraestrutura e a falta de gestão administrativa, é notável que a saúde pública brasileira necessita de uma melhoria considerável para que o país supere sua maior dificuldade.
    Com cerca de 400 mil médicos formados, pouco mais de 300 mil exercem a profissão, deixando o Brasil, considerando a população absoluta, com a metade dos profissionais necessários para um desenvolvimento primordial. Os hospitais, não só das periferias mas também das capitais, sofrem com a ausência de médicos e técnicos de enfermagem, dificultando o atendimento e prolongando ainda mais as filas e prazos de consultas. Com um maior comprometimento destes e uma melhor formação elevará a qualidade e o rápido andamento da consulta.
    Faz-se necessário uma melhoria no sistema de saúde no que tange à infraestrutura, visto que, não há como um profissional exercer seu papel de forma decente e satisfatória à população, logo, incontestavelmente os hospitais da rede pública exigem uma mudança. Torna-se preciso uma maior aplicação financeira sobre essa medida, levando o governo a delinear planos de gestão para que estes sejam direcionados a verbas de forma justa e organizada para todo o sistema nacional.
    “A saúde é um direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício" como está previsto na lei 8.080/90 artigo 2º da Constituição Federal de 1988. Dependendo de maiores investimentos, maior administração dos recursos e da capacitação clínica, a saúde brasileira tem suas chances de melhorar, mas infelizmente, a vontade polícia ainda não foi suficiente para a implantação desses parâmetros fundamentais para uma saúde de qualidade.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Eu não coloquei contraponto, isso afetaria minha pontuação em um concurso? No caso, iria colocar algo relacionado com a educação e prevenção de doenças primárias, que implantam uma baixa imunidade da pessoa tornando mais fácil a contaminação de doenças mais graves.

      Excluir
  11. Diagnóstico de Risco
    Filas imensas, déficit de profissionais, pacientes jogados nos corredores por falta de leitos. Todos esses elementos compõe o cenário da saúde pública brasileira. Eles evidenciam o total atraso do país e a ineficiência e desatenção do Estado em garantir um direito básico.

    Apesar de ser constituir dois direitos fundamentais expressos na constituição federal, a saúde e a vida convivem com o descaso do poder público nacional. O estadismo é colocado em segundo plano em detrimento a uma política eleitoreira, que faz os principais representantes da vontade popular alocarem os recursos destinados à melhoria dos serviços hospitalares em municípios que não possuem demanda.

    Isso impede o atendimento de qualidade em locais de altas demandas, como centros urbanos. Nas capitais, os brasileiros passam anos convivendo com problemas por vezes simples, por não existirem vagas com profissionais especializados capazes de amenizar suas dores.

    O diagnóstico não é muito diferente na saúde particular, os planos de saúde impõem aos seus clientes meses de espera por um atendimento especializado. Sem devido controle, a iniciativa privada disponibiliza aos seus públicos um atendimento aquém daquele ofertado.

    Em síntese, é preocupante o atual panorama dos serviços de saúde nacionais. Para sua estruturação, afim de garantir os direitos básicos de qualquer cidadão, é preciso que o Estado invista imediatamente na formação e contratação de profissionais, aquisição de equipamento e fortalecimento das agências que regulam os serviços privados de saúde. Além disso, é necessário aumentar a atenção dada à prevenção para diminuir a demanda e o custo dos tratamentos. Deve-se aprimorar os postos de saúde, promover mais campanhas de vacinação e garantir água e esgoto tratados para todos os brasileiros.

    ResponderExcluir
  12. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  13. O descaso da saúde pública no Brasil

    O Brasil mesmo sendo um pais subdesenvolvido, ainda sofre muito com a saúde pública, onde é alvo de reclamações pela maioria da população.
    O termo saúde pública significa arte e ciência que cuida de doenças, porém, esse termo não está sendo colocado em prática na sociedade, onde na maioria das vezes a infraestrutura é precária e sofre com a falta de profissionais.
    O SUS ( sistema único de saúde ) tem como princípio atender mais de 180 milhões de brasileiros de uma forma igualitária, onde se oferece consultas médicas, operações e outros serviços. Antes do SUS, a saúde não era considerada um direito social, pois só tinha direito aos serviços de saúde aqueles que tinha condições, ou seja, pagavam pelo atendimento médico na esfera esfera privada. O SUS mesmo sendo um projeto de tamanha importância, ainda não satisfaz a maioria dos brasileiros, pois reclamam da grande demanda, isto é, falta profissionais e infraestrutura para dar conta da população.
    Levando em consideração esses aspectos, o Governo Federal deveria investir mais nas instituições de nível superior para a formação de novos profissionais e também criar novas unidades de saúde para suprir a demanda da sociedade

    ResponderExcluir
  14. O descaso da saúde pública no Brasil

    O Brasil mesmo sendo um pais subdesenvolvido, ainda sofre muito com a saúde pública, onde é alvo de reclamações pela maioria da população.
    O termo saúde pública significa arte e ciência que cuida de doenças, porém, esse termo não está sendo colocado em prática na sociedade, onde na maioria das vezes a infraestrutura é precária e sofre com a falta de profissionais.
    O SUS ( sistema único de saúde ) tem como princípio atender mais de 180 milhões de brasileiros de uma forma igualitária, onde se oferece consultas médicas, operações e outros serviços. Antes do SUS, a saúde não era considerada um direito social, pois só tinha direito aos serviços de saúde aqueles que tinha condições, ou seja, pagavam pelo atendimento médico na esfera esfera privada. O SUS mesmo sendo um projeto de tamanha importância, ainda não satisfaz a maioria dos brasileiros, pois reclamam da grande demanda, isto é, falta profissionais e infraestrutura para dar conta da população.
    Levando em consideração esses aspectos, o Governo Federal deveria investir mais nas instituições de nível superior para a formação de novos profissionais e também criar novas unidades de saúde para suprir a demanda da sociedade

    ResponderExcluir
  15. O Sistema Único de Saúde (SUS) foi criado em 1998, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. Tal ato fez com que o Brasil fosse condecorado como um dos maiores sistemas públicos de saúde do mundo.
    Hoje, cerca de 70% da população é dependente do SUS, o que equivale a cerca de 150 milhões de brasileiros segundo dados divulgados pelo jornal Estadão. Estes números comprovam o quão benéfico foi a criação deste sistema e sua ainda existência devido a quantidade de usuários frente ao acesso gratuito.
    A elitização do curso de medicina é em grande parte o responsável pela falta de médicos competentes, o alto custo e o nível dos vestibulares que não condiz com a realidade do ensino da escola pública impossibilita e limita o curso a população.
    Outra questão predominante no caos da saúde pública é a questão dos planos de saúde, cada vez mais burocratizados e que na maioria das vezes não cobre as reais necessidades do consumidor, muitos deles oferecidos por empresas que na teoria visam zelar pelo bem estar de seus funcionários, mas, se recusam a cobrir os custos quando se necessita do seus serviços, culminando em um longo processo judicial.
    É válido considerar que os programas de inclusão social e estimulo a educação tem possibilitado cada vez mais a incerção da classe media baixa no ensino superior , em todas as áreas , e que houve uma ampliação no número de vagas nos cursos de medicina.
    Portanto, para amenizar a precariedade dessa situação, é imprescindível a intervenção governamental e popular, por meio de reformas políticas. É necessário que o governo invista mais nos gastos com a saúde sem prejudicar os demais setores, como de costume nos países subdesenvolvidos; e que aumentem a qualidade dos leitos hospitalares, bem como a rapidez nos atendimentos de urgência.

    ResponderExcluir