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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Proposta de redação sobre o desafio de se combater o Aedes aegypti

(fonte: http://www.shutterstock.com/cat.mhtml?autocomplete_id=&language=pt&lang=pt&search_source=&safesearch=1&version=llv1&searchterm=aedes&media_type=images&page=1&inline=367390406)

Mais uma proposta de redação no formato do Enem para você praticarem a escrita.

Com base na leitura dos textos motivadores a seguir e nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema O DESAFIO DE SE COMBATER O AEDES AEGYPTI, apresentando proposta de intervenção social que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

As três primeiras redações postadas nos comentários serão corrigidas GRATUITAMENTE.

Textos motivadores

http://g1.globo.com/globo-news/jornal-das-dez/videos/v/ministros-discutem-acoes-estrategicas-para-o-combate-ao-mosquito-aedes-aegypti/4803093/

http://brasil.elpais.com/brasil/2016/01/29/politica/1454103500_097914.html

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2015/12/1716246-veja-22-perguntas-e-respostas-sobre-o-virus-zika-e-a-microcefalia-em-bebes.shtml

21 comentários:

  1. É cada vez maior o número de vítimas do mosquito Aedes Aegypti, que há pelo menos três décadas surpreende e apavora a população brasileira devido a sua capacidade multifuncional de poder transmitir novos vírus. No entanto, o Brasil ainda não conseguiu resolver as questões de ordem médica, tampouco combater esse vetor. E isso tem sido motivo de grandes discussões.
    Um dos principais laboratórios de pesquisa do assunto na UFRJ está em precárias condições: salas sem muito espaço, equipamentos obsoletos e falta de material. Tudo isso, de certa forma, impede o estudo rápido de possíveis medidas científicas de combate ao mosquito.
    Além disso, equipamentos como telas, inseticidas e repelentes são fortes aliados, porém não são divulgados ou disponibilizados. Eles ajudam na prevenção e, consequentemente, na redução dos casos, embora seja um método imediato.
    O movimento das Diretas Já em 1983 foi um dos maiores movimentos de iniciativa e participação popular, no qual a população clamou pelo direito de escolha do representante de forma direta. Sem sombra de dúvidas foi o marco da efetivação da cidadania. Sendo assim, no combate ao Aedes Aegypti vale fazer jus a esse, tanto no quesito mobilização quanto no exercício da cidadania, o que contribuirá consideravelmente com a garantia plena do direito à saúde.
    Faz-se mais que necessário, portanto, uma parceria entre governo e população. Na área técnica-científica é preciso que haja incentivo financeiro para o desenvolvimento das pesquisas. Enquanto isso, a população deve combater o foco do mosquito em casa, nos bairros, através de mutirões em parceria coma SUCAM e até com a distribuidora de água potável da cidade. É importante promover palestras e campanhas midiáticas com o intuito de informar sobre as precauções, além de alertar a população no que diz respeito aos sintomas e a relação do descarte errado do lixo com a propagação do mosquito. Sendo assim, é possível vencer a batalha contra os vírus e o mosquito, e isso poupará a vida de muita gente.

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  2. - Escreve-se Aedes aegypti, com apenas a primeira inicial maiúscula;
    - Evite fazer referências muito distantes no tempo, como o caso das "Diretas Já". Ademais, não se refere diretamente ao combate ao mosquito, o que lhe custa alguns pontos nas competências II e III;
    - Estude os usos da vírgula. Você deveria, por exemplo, tê-la inserido no quarto parágrafo após "Aedes aegypti" por ser um adjunto adverbial deslocado;
    - Você uma proposta de intervenção muito boa. Só sugiro que, no último período, troque "Sendo assim" por "Dessa forma".

    Nota final: 740

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  6. Compreende-se que o debate atual a cerca da presença do mosquito Aedes aegypty e as doenças por ele transmitidas suscitam uma discussão muito mais ampla do que aquela centrada apenas na forma de eliminação do agente causador. Dessa forma, os desafios de combate a serem enfrentados no momento atual requerem que se analisem os fatos do passado para então tentar modificá-los em um período futuro. Além disso, é necessário que se entenda a importância da ação conjunta dos vários setores da sociedade na luta contra os níveis altos e alarmantes da incidência de doenças provocadas pelo mosquito.
    Primeiramente, é preciso relembrar que o mosquito foi se adaptando ao ambiente urbano e, posteriormente, ao ambiente doméstico. Assim, é valido perceber que o processo de urbanização da maioria das cidades brasileiras, iniciado e potencializado na década de 1930, contribuiu para esse ambiente propício a proliferação do mosquito, tendo em vista que foi um processo rápido, desordenado e sem a formação de instrumentos de infra-estrutura adequados, por exemplo, uma rede de saneamento básico que atendesse toda a população. Desse modo, percebe-se que a forma de reprodução do mosquito – feita a partir do depósito de larvas em águas paradas – foi beneficiada por esse desenvolvimento urbano não ordenado e mal administrado pelo poder público. As conseqüências disso aliada com os fatores de mutação genética do mosquito favoreceram para a situação de crise enfrentada atualmente pela sociedade brasileira.
    Nesse contexto de crise mencionado é perceptível a maior integração entre os diversos setores sociais (situação que antes não era tão nítida, mesmo tendo a incidência do mosquito em números menores), o que contribui para o fortalecimento dos direitos e deveres e das virtudes cívicas. Dessa forma, o combate contra o mosquito une o governo e a população e suas várias instituições sociais como as escolas, as universidades e as igrejas – e não apenas do Brasil, mas de vários outros países, por exemplo, EUA –, para um objetivo comum e que a participação de todos é fundamental e que favorece o resgate dos ideais de cidadania e bem comum. Um episódio bastante interessante foi o projeto de mobilização nacional realizado em fevereiro deste ano com o apoio do Ministério da Saúde, da Defesa e da Educação. Foram disponibilizados agentes das forças armadas para atuarem em conjunto com os agentes de saúde na verificação de possíveis focos do mosquito nas residências de várias cidades brasileiras, além de darem informativos sobre as doenças relacionadas ao Aedes aegypty e as formas de prevenção para a população, também foram feitas campanhas conscientização nas escolas. O tema do projeto do governo conta com o tema “todos contra o mosquito” o que caracteriza bem a união relatada.
    Diante disso, é necessário que como forma de controle do mosquito e, por conseguinte, da manifestação das doenças – dengue, chikungunya e zika – haja a continuação da cooperação entre o governo e a população. A participação dos órgãos públicos pode ser realizada a partir de maiores investimentos em palestras e propagandas para esclarecimento da população, assim como estabelecer parcerias e financiamentos com as comunidades científicas para, então, o desenvolvimento de pesquisas que resultem em estudos mais detalhados sobre as causas e formas de prevenção contra o Aedes aegypty. Além disso, a conscientização e participação da população são essenciais para aplicação das formas de combate aos focos do mosquito, sendo que começar a verificar o próprio ambiente doméstico já é um bom indício de percepção de responsabilidade e cidadania.

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  7. - Na nova ortografia, escreve-se "infraestrutura";
    - Você fez um ótimo texto. Contudo, precisa treinar a concisão, isto é, ser mais objetiva. Acredito que o seu texto daria aproximadamente 50 linhas se escrito à mão, o que ultrapassa substancialmente o limite das redações de vestibulares e do Enem. Uma dica é narrar menos os fatos e aproveitar o espaço para argumentar. Caso tenha alguma dúvida, entre em contato.
    Nota final: 900

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  8. O aumento elevado de casos de pessoas infectadas pelo vírus zika no país, associada à suspeita de ligação com casos de microcefalia, colocou os holofotes da saúde pública sobre o controle do mosquito Aedes aegypti - transmissor do vírus. Surge, então, a necessidade de vencer os desafios encontrados no combate ao mosquito, assim como, encontrar um método eficaz para o controle dessa ameaça epidemiológica.
    Diferentemente de outras épocas, atualmente, o combate ao mosquito está muito mais difícil - resultado do aumento populacional nos centros urbanos, aliada à capacidade de adaptação do inseto a ambientes modificados, especialmente aqueles criados por ações humanas. Dessa forma, eliminar o mosquito nos moldes do que foi feito em épocas passadas talvez seja impossível.
    Ademais, os principais especialistas em mosquito e em epidemiologia do país convergem em um método eficaz, que, a curto e médio prazo, consiga reduzir a população do Aedes aegypti: adoção de um programa de controle integrado, tendo em vista que as ações padrão adotadas já não são mais suficientes. É preciso lançar mão dessas ações e com esse controle atacar o mosquito em todas as etapas de sua vida.
    Portanto, a dificuldade no combate ao mosquito não pode, de forma alguma, se sobrepor à necessidade de redução do mesmo. De acordo com os especialistas, não existe solução, uma vez que temos de fazer o controle integrado com a maior quantidade de armas que tivemos.

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    1. Corrigindo: na penúltima linha da conclusão onde tem "não existe solução", o certo é "não existe solução única"

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  9. - Você deveria ter escrito "associado" na primeira linha, pois se refere ao aumento;
    - A vírgula após "assim como" é desnecessária;
    - Você deveria ter escrito "aliado" em vez de "aliada" no segundo parágrafo;
    - Você precisa ser mais específico em sua argumentação, principalmente em relação a como funcionará a sua proposta de intervenção. Sugiro que você leia a minha postagem sobre como fazer uma proposta de intervenção na seção "Teoria".

    Nota final: 640

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    1. Obrigado Pela correção, professor! Já refiz a redação com os seus devidos ajustes. Realmente fui falho na explicitação da minha proposta de intervenção.

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  10. O aumento da manifestação do mosquito Aedes aegypti no Brasil e sua capacidade de transmitir diferentes doenças, auxiliaram fundamentalmente na queda da qualidade da saúde pública do país. Com isso, urge o controle de tal inseto. Entretanto, o governo tem encontrado inúmeros obstáculos na eliminação do mosquito, ressaltando a necessidade de uma intervenção mais eficaz.
    O processo de urbanização das cidades brasileiras contribuiu significantemente para a proliferação do Aedes aegypti. Como foi um desenvolvimento acelerado e desordenado, a infraestrutura e o saneamento básico foram comprometidos. Dessa forma, o mosquito adaptou-se ao meio urbano e reproduziu-se facilmente, já que a espécie é propícia em áreas com grande acúmulo de pessoas e águas paradas. Ademais, o clima tropical da maioria das regiões do país colabora para o aumento da incidência de focos do mosquito, uma vez que a umidade e o calor favorecem sua sobrevivência.
    Em vista disso, a infestação do Aedes aegypti no Brasil tornou-se motivo de preocupações das autoridades e da sociedade como um todo, visto que o mosquito é vetor de diversas doenças: a dengue, a febre chikungunya e o Zika vírus. Segundo pesquisas, este está diretamente relacionado com os vários casos de microcefalia em bebês que ocorreram nos últimos meses.
    Portanto, é imprescindível a ação conjunta do governo e da população. Ao governo, fica a incumbência de financiar estudos mais efetivos na área médica e científica com o intuito de encontrar uma maneira para reduzir a multiplicação do vetor. Além disso, investir em projetos educacionais voltados à formação de alunos sobre a saúde pública. À sociedade, cabe continuar com os métodos tradicionais de combate ao mosquito, porém, com mais responsabilidade. Assim, o mal seria cortado pela raiz.

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  14. Tema: o papel da popublicação no combate ao mosquito aedes aegypti

    Aedes Aegypti é um mosquito de origem egípcia e chegou no Brasil por meio dos navios negreiros advindos do continente africano. Febre amarela, zika vírus, dengue e chikunguya são algumas das doenças que são transmitidas pelo mosquito. Sendo assim, é valido questinar: a população brasileira está cumprindo seu papel no combate ao mosquito aedes aegypti?
    A mobilização da sociedade em prol do combate ao mosquito e imprescindível, tendo em vista que é uma questão de saúde pública. De acordo com a pesquisa realizada pela Confederação Nacional dos Transportes mostra que 85% dos entrevistados mudaram o hábito em relação aos cuidados para evitar o mosquito e tomaram providência para combatê-lo. Além de proteger-se com o uso de repelentes. Isso é resultado é resultado de efetivas ações que o ministério da saúde vem providenciando.
    No ano de 2016, no estado dolente Maceió foi lançado o aplicativo "Juntos pela Saúde" que estabelece um canal de comunicação entre o cidadão e a gestão pública, onde pode denununciarde forma anônima denunciar os focos do mosquito e registrar os mesmos por meio de foto, vídeos e áudios.
    Entretanto, mesmo com essas medidas sendo feitas o problema persiste, pois falta saneamento básico e a coleta do lixo em diversas regiões do país, principalmente na zona rural e nos pequenos municípios. De acordo com Sistema Nacional de Informações de Saneamento (SNIS) 47% da população rural do paiseu não tem nenhum tipo de coleta do lixo. Com esse cenário, torna-se propício à proliferação dos mosquito.
    Portanto como disse o filósofo Immanuel Kant: "O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele", portanto conscientizar as crianças desde de pequenas por meio de palestras educativas nas escolas e a exemplo por meio de ações dos integrantes da familia são um incentivo para que os pequeninos transmitam o conhecimento que tiveram durante a infância para as novas gerações .Além disso, é preciso uma integração mais efetiva entre nós governadores e prefeitos das cidadesuas , especialmente as rurais, para a limpeza de áreas com o lixo acumulado e mais investimento em saneamento básico e na saúde pública.

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